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OBJETIVOS: 1) Comentar sobre a literatura médica sobre tomada de decisão em relação à terapia de fim de vida, 2) analisar os dados sobre discordância em relação a tal terapia, incluindo cuidados paliativos, e práticas de retenção e retirada para crianças criticamente enfermas na unidade de terapia intensiva pediátrica (UTIP), e 3) fazer algumas recomendações gerais. FONTES DE DADOS E SELEÇÃO DE ESTUDO: Todos os artigos publicados em revistas revisadas por pares e todos os capítulos sobre terapia de fim de vida, ou sobre conflito entre pais e cuidadores sobre decisões de fim de vida na UTIP foram recuperados. RESULTADOS: Encontramos três séries de casos, três estudos descritivos sistemáticos, dois estudos qualitativos, quatro pesquisas e muitas opiniões legais, editoriais, revisões, diretrizes e capítulos de livros. Os principais determinantes das decisões de fim de vida são a idade da criança, a condição cognitiva pré-mórbida e o estado funcional, dor ou desconforto, probabilidade de sobrevivência e qualidade de vida. Fatores de risco em conflito persistente entre pais e cuidadores sobre cuidados no fim da vida incluem uma condição subjacente grave ou um evento inesperado e severo. CONCLUSÃO: Tomar decisões sobre cuidados no fim da vida é um evento frequente na UTIP. As crianças podem precisar de cuidados intensivos e cuidados paliativos simultaneamente em diferentes estágios de sua doença. As discordâncias são mais propensas a serem resolvidas se a causa raiz do conflito for melhor compreendida.
Masri et al. (Sun,) estudaram essa questão.