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A estimulação na base do crânio pode ativar vias motoras descendentes para produzir respostas eletromiográficas (EMG) nos músculos do braço e da perna. As respostas EMG evocadas foram maiores quando os músculos estavam pré-ativados por uma pequena contração voluntária em comparação com quando estavam completamente relaxados. A latência dessas respostas em músculos pré-ativados foi aproximadamente intermediária entre a produzida pela estimulação elétrica sobre o córtex motor e a estimulação elétrica sobre as ampliações cervicais. Com eletrodos espaçados horizontalmente, a diferença de latência entre a estimulação cortical e a estimulação do tronco encefálico foi de 1,8 milissegundos em todos os músculos testados. A diferença de latência entre a estimulação cervical e a do tronco encefálico foi de 3,9 milissegundos para o primeiro interósseo dorsal e 2,6 milissegundos para os músculos tibiais anteriores. Esses valores sugerem que a estimulação do tronco encefálico ocorre no nível da junção cervicomedular. Com eletrodos espaçados verticalmente na linha média, a estimulação frequentemente ocorre em um nível mais alto. As respostas EMG da estimulação do tronco encefálico diferiram daquelas que se seguiram à estimulação cortical de duas maneiras: (1) Eram mais simples em forma e (2) sua latência de início era a mesma em músculos ativos e relaxados. Isso sugere que a estimulação do tronco encefálico evocou um grande impulso motor descendente em comparação com os múltiplos impulsos que a estimulação cortical pode produzir. Experimentos de colisão entre impulsos corticais e do tronco encefálico indicaram que a maior parte das respostas evocadas pela estimulação do tronco encefálico foram conduzidas via o componente de grande diâmetro do trato corticoespinhal.
Ugawa et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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