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A zona de Ivrea consiste em uma série metapelítica e em um corpo básico principal, com ultramafitos relacionados (peridotitos e piroxenitos). Os peridotitos são atualmente considerados como material do manto. Com base em seus relacionamentos com as rochas circundantes, composição em massa e de fase e análise fatorial, é demonstrado neste artigo que os peridotitos são formados por processos de fracionamento e cumulus. O corpo básico principal é geralmente considerado como uma suíte metamórfica de granulitos básicos, que sofreram o mesmo evento metamórfico que a série metapelítica. Neste artigo, é proposta a hipótese de que ele representa um complexo estratiforme profundo. Essa possibilidade é apoiada pelos contatos ígneos entre o corpo básico principal e a série metapelítica, pelo padrão de fracionamento do corpo básico principal e por sua estratigrafia. Suas características geoquímicas e dinâmicas sugerem um colocamento em um ambiente orogênico, possivelmente relacionado a uma margem continental. Os assemblages minerais 'granulíticos' do corpo básico principal são atribuídos à reequilíbrio por resfriamento lento na crosta profunda e não a um evento metamófico. Este ponto é apoiado pelas relações entre os caminhos de temperatura e pressão das condições originais estimadas até aquelas de reequilíbrio, pela preservação de evidências de um aumento térmico na rocha do país, e pela preservação de parageneses primárias. As relações entre o corpo básico principal e a série metapelítica indicam que o colocamento do primeiro ocorre após o metamorfismo anterior (caledoniano) dos metapelitos.
Rivalenti et al. (Sun,) estudaram esta questão.