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OBJETIVOS: Examinar o efeito do ensino de gerenciamento de crises baseado em simulação na melhoria da competência e confiança relatada dos cuidadores em gerenciar crises. Os autores hipotetizaram que a educação baseada em simulação resultaria em um nível mais alto de competência demonstrada e confiança relatada em membros da família e cuidadores. A simulação não foi estudada anteriormente nesse contexto. MÉTODOS: Foi utilizado um projeto de pesquisa experimental com dois grupos, pré e pós-teste, envolvendo um total de 61 cuidadores. A intervenção foi um currículo de gerenciamento de crises baseado em simulação, entregue como um suplemento ao ensino tradicional de alta de crises. O desempenho dos cuidadores foi analisado usando uma lista de verificação de manejo de crises. A percepção de autoeficácia dos cuidadores foi capturada usando um questionário de autoeficácia. RESULTADOS: Os cuidadores do grupo experimental alcançaram pontuações de desempenho pós-intervenção significativamente mais altas do que os cuidadores do grupo controle em ambos os momentos de manejo de crises, pré e pós-medicação (P<0,01). Além disso, alcançaram pontuações significativamente mais altas no questionário de autoeficácia, incluindo itens que refletiam confiança em gerenciar a crise em casa (P<0,05). CONCLUSÃO: Cuidadores que receberam o currículo suplementar baseado em simulação alcançaram níveis significativamente mais altos de competência e confiança relatada, apoiando uma relação positiva entre a educação de alta de crises baseada em simulação e a competência e confiança dos cuidadores no manejo de crises. As sessões de simulação forneceram uma visão sobre o conhecimento do cuidador, mas, mais importante, uma visão sobre a capacidade do cuidador de aplicar o conhecimento sob condições de estresse, permitindo a adaptação do currículo para atender às necessidades individuais. Esses achados podem ter aplicações e relevância para o manejo de outras condições médicas agudas ou crônicas.
Sigalet et al. (Sex,) estudaram essa questão.