A Inteligência Artificial (IA) é um ramo de estudo que lida com a aprendizagem de máquinas inteligentes, principalmente programas de computador inteligentes que produzem resultados que se assemelham a processos de atenção humana. A capacidade de máquinas e computadores de pensar, agir, comportar-se e funcionar como humanos é referida como inteligência artificial. Além do desenvolvimento de medicamentos, a IA melhora a gestão de medicamentos e personaliza o atendimento ao paciente para revolucionar as operações farmacêuticas. Os farmacêuticos comunitários podem usar a tecnologia digital e a inteligência artificial (IA) para transformar o atendimento ao paciente de várias maneiras. Para prever a atividade dos medicamentos em todos os níveis, os sistemas de IA podem examinar correlações complexas entre características farmacológicas, elementos de formulação e parâmetros fisiológicos. Na pesquisa farmacêutica, a inteligência artificial (IA) tornou-se uma ferramenta potente para prever a estabilidade físico-química de formas de dosagem oral. Aplicações potenciais da inteligência artificial incluem educação do paciente, sugestões de atividade física, intervenções dietéticas pessoais e coaching comportamental. Nos últimos anos, a inteligência artificial (IA) em química medicinal atraiu muita atenção como uma forma potencial de transformar o setor farmacêutico. Além disso, a toxicidade de candidatos a medicamentos foi prevista usando técnicas baseadas em IA. Prever a toxicidade e a eficácia de possíveis moléculas terapêuticas é um dos principais usos da IA em química medicinal.
Pawan Vishwakarma*1, Faizan Raza1, Abdul Quaiyoom2, Shekhar Singh3, Navneet Kumar Verma3 (Qua,) estudaram esta questão.
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