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A recente mudança em direção ao estudo interdisciplinar da relação humano-ambiente é amplamente impulsionada pelos debates sobre justiça ambiental. Este artigo vai distinguir quatro tipos de justiça ambiental e vinculá-los a questões de neoliberalismo e altruísmo. Primeiro, a justiça ambiental busca corrigir a distribuição desigual de encargos ambientais entre grupos vulneráveis e populações economicamente desfavorecidas. Em segundo lugar, a justiça ambiental destaca a exposição desigual aos riscos e benefícios ambientais em países desenvolvidos e em desenvolvimento. Em terceiro lugar, a justiça ambiental temporal refere-se às questões associadas à justiça intergeracional ou à preocupação com as futuras gerações de humanos. Em todos os três casos, a justiça ambiental implica uma distribuição equitativa de encargos e benefícios para diferentes nações ou grupos sociais. Em contraste, a justiça ecológica envolve o igualitarismo biosférico ou a justiça entre espécies. Este artigo se concentrará na justiça ecológica, uma vez que os direitos das espécies não humanas estão atrás dos debates sobre justiça social e discutirá as implicações de incluir o igualitarismo biosférico nos debates sobre justiça ambiental.
Helen Kopnina (qua,) estudou essa questão.
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