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Esta revisão da literatura fornece a primeira síntese sistemática qualitativa e quantitativa abrangente dos efeitos do estresse agudo em laboratório na cognição de adultos mais velhos, especificando a direção e a magnitude desses efeitos tanto de maneira geral quanto para diferentes processos cognitivos separadamente. Uma busca sistemática na literatura foi realizada, e tamanhos de efeito foram estimados sempre que possível. Encontramos evidências meta-analíticas de que o estresse tem efeitos negativos na fluência verbal de adultos mais velhos (gadj = −0,53, 95 % CI −2,70, 1,63), efeitos nulos a negativos na memória episódica (gadj = −0,26, 95 % CI −0,44, −0,08), efeitos nulos nas funções executivas (gadj = 0,07, 95 % CI −0,31, 0,46) e efeitos positivos na memória de trabalho (gadj = 0,16, 95 % CI −0,01, 0,33). Relacionando esses achados aos de adultos jovens, diferenças notáveis surgiram para algumas funções cognitivas, como efeitos opostos na memória de trabalho entre os grupos etários. Nossa revisão também revela que os efeitos do estresse na retenção de memória, memória associativa, memória prospectiva, controle de interferência ou flexibilidade cognitiva em adultos mais velhos são amplamente negligenciados. Fornecemos um quadro conceitual e metodológico para estudos futuros em adultos mais velhos.
Mikneviciute et al. (qui,) estudaram esta questão.
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