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OBJETIVO: Este estudo foi realizado para investigar as relações entre diferentes estágios de fragilidade e as taxas de incidência de quedas de idosos que vivem na comunidade. As diferenças entre vários indicadores de fragilidade em relação à precisão da avaliação das taxas de incidência de quedas dos idosos da comunidade também foram analisadas. Finalmente, a relação entre fragilidade e quedas recorrentes foi explorada. MÉTODOS: Este estudo compreendeu uma revisão sistemática da literatura e meta-análise. Dois pesquisadores examinaram e extrairam independentemente a literatura relacionada. Os principais termos de pesquisa incluíram fragilidade, frágil, queda, idosos, idoso, geriátrico e senior. O período de amostragem da literatura foi de janeiro de 2001 a dezembro de 2016. A qualidade de cada artigo foi avaliada de acordo com as diretrizes dos Itens de Relato Preferidos para Revisões Sistemáticas e Meta-Análises (PRISMA). As bases de dados da Cochrane Library, Índice Cumulativo de Literatura de Enfermagem e Saúde Aliada (CINAHL), PubMed e MEDLINE foram utilizadas para conduzir uma busca sistemática da literatura, utilizando o modo de efeito aleatório para analisar os artigos compilados. RESULTADOS: Um total de 102.130 idosos da comunidade com ≥65 anos e 33.503 adultos mais velhos que haviam sofrido uma queda foram compilados para investigar a relação entre fragilidade e quedas. Os resultados da meta-análise revelaram que comparados aos idosos robustos, os idosos frágeis demonstraram o maior risco de quedas, seguidos pelos idosos prefrágeis. Além disso, o uso de diferentes indicadores de fragilidade para prever as taxas de incidência de quedas entre os idosos produziu resultados não significativamente diferentes. Em resumo, estudos sobre saúde cardiovascular ou indicadores de fratura osteoporótica são eficazes para prever o risco de quedas em pessoas idosas. Finalmente, este estudo confirmou que, comparados aos idosos robustos, os idosos frágeis tinham maior probabilidade de experimentar quedas recorrentes. CONCLUSÕES: A fragilidade é um tema crucial de saúde para pessoas com síndromes geriátricas. Idosos frágeis têm maior probabilidade de vivenciar quedas recorrentes. Além disso, o estudo baseado em evidências indicou que, uma vez que as pessoas idosas entram no estágio prefrágil, elas têm maior probabilidade de sofrer quedas. Portanto, os adultos mais velhos devem ser avaliados para a possibilidade de síndromes geriátricas, como a fragilidade, que podem ser abordadas para reduzir o risco de fraturas ósseas e morte. RELEVÂNCIA CLÍNICA: Enfermeiros profissionais devem utilizar indicadores de avaliação de fragilidade o mais cedo possível para avaliar a possibilidade de fragilidade em idosos que vivem na comunidade. Enquanto isso, estratégias efetivas de prevenção da fragilidade devem ser aplicadas para prevenir a fragilidade, reduzindo assim a incidência de quedas e melhorando a qualidade de vida dos idosos.
Cheng et al. (Sat,) estudaram esta questão.
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