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Comparamos quatro subconjuntos humanos de células T Vgamma9Vdelta2, ingênuas (T(naive), CD45RA(+)CD27(+)), de memória central (T(CM), CD45RA(-)CD27(+)), de memória efetora (T(EM), CD45RA(-)CD27(-)) e terminalmente diferenciadas (T(EMRA), CD45RA(+)CD27(-)), quanto à sua capacidade de proliferar e diferenciar em resposta a antígenos ou citocinas homeostáticas. A responsividade a citocinas e a expressão de IL-15R foram baixas nas células T(naive) e aumentaram progressivamente de T(CM) para T(EM) e T(EMRA). Em contraste, a capacidade de se expandir em resposta a estímulos de antígenos ou citocinas apresentou um padrão recíproco e estava associada à resistência à morte celular e à expressão de Bcl-2. Enquanto as células estimuladas por antígeno adquiriram um fenótipo de T(CM) ou T(EM), as células estimuladas por IL-15 mantiveram seu fenótipo, com exceção das células T(CM), que expressaram CD27 e CD45RA em várias combinações. Esses resultados, juntamente com experimentos de incorporação de bromodeoxiuridina ex vivo, mostram que as células T de memória Vgamma9Vdelta2 humanas têm diferentes potenciais de proliferação e diferenciação in vitro e in vivo e que as células T(EMRA) são geradas a partir do subconjunto T(CM) durante a proliferação homeostática na ausência de antígeno.
Caccamo et al. (qua,) estudaram esta questão.
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