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O monitoramento citométrico de fluxo da absorção de iodeto de propídio (PI) é um método bem estabelecido e rápido para monitorar a morte celular e é utilizado com base na ideia de que a membrana intacta de células viáveis exclui o íon propídio e que a perda dessa barreira de permeabilidade representa dano irreparável e, portanto, morte celular. Essas suposições geralmente são baseadas na análise de células vivas e mortas. Aqui, identificamos níveis de estresse que levam à perda de viabilidade de uma proporção de células de Saccharomyces cerevisiae e, nessas condições, mostramos que existe uma subpopulação de células que pode absorver PI durante e imediatamente após a exposição ao estresse, mas que uma curta incubação permite a reparação do dano na membrana, de modo que a exposição subsequente ao PI não resulta em coloração. Independentemente do estresse aplicado, aproximadamente 7% das células exibiram a capacidade de reparar. Esses resultados indicam que o nível de dano que a membrana celular de levedura pode suportar e ainda reter a capacidade de reparação é maior do que reconhecido anteriormente e, portanto, deve-se ter cuidado ao usar os termos 'PI-positivo' e 'morto' de forma sinônima. Discutimos essas descobertas no contexto do potencial para tal permeabilidade transitória da membrana induzida por estresse ambiental ter implicações evolutivas por meio da facilitação da transferência horizontal de genes.
Davey et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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