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OBJETIVO DA REVISÃO: Este relatório revisa estudos recentes em modelos animais e humanos associados a respostas inflamatórias na pancreatite aguda e crônica. RESULTADOS RECENTES: Estudos em modelos animais e limitados em humanos sobre pancreatite aguda e crônica desvendam a natureza dinâmica dos processos inflamatórios e a capacidade das células imunológicas de perceber perigos e sinais ambientais. Na pancreatite aguda, essas moléculas incluem receptores de reconhecimento de padrões moleculares associados a patógenos, como os receptores do tipo toll, e as mais recentemente apreciadas moléculas de padrão molecular associado ao dano ou 'alarmin', caixa 1 de grupo de alta mobilidade e IL-33. Na pancreatite crônica, uma compreensão recente do papel crítico da interação entre macrófagos e células estelares pancreáticas oferece um caminho potencialmente direcionável que pode alterar a fibrogênese. A pesquisa sobre microbioma na pancreatite é um novo campo que está ganhando interesse, mas exigirá mais investigação. RESUMO: A contribuição das células imunológicas para a patogênese da pancreatite aguda e crônica está ganhando mais apreciação e uma compreensão mais profunda na sinalização imune apresenta alvos terapêuticos potenciais que podem alterar a progressão da doença.
Aida Habtezion (qua,) estudou esta questão.