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Resumo O estudo das respostas dos insetos à temperatura tem uma longa tradição na ciência, começando com o trabalho de Réaumur sobre lagartas no século XVIII. Em 1932, Ernst Janisch escreveu: ‘O problema é (e será cada vez mais no futuro) um dos mais importantes na entomologia …’. Quase 90 anos após este artigo, sua previsão ainda é válida, com um interesse sustentado da comunidade científica pelo estudo das respostas dos insetos à temperatura, especialmente no contexto da mudança climática. Apresentamos uma revisão dos principais desenvolvimentos no campo das respostas de desenvolvimento dos insetos à temperatura e analisamos a crescente importância das abordagens de modelagem na literatura por meio de uma análise bibliográfica. Discutimos avanços recentes e direções futuras para a modelagem fenológica baseada na taxa de desenvolvimento dependente da temperatura. Finalmente, destacamos a necessidade de uma mudança de paradigma em direção a uma abordagem baseada em sistemas para superar os desafios atuais e prever a fenologia dos insetos de maneira mais precisa, com implicações diretas na agricultura, biologia da conservação e epidemiologia.
Rebaudo et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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