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Uma variedade de substâncias farmacologicamente ativas, incluindo medicamentos quimioterápicos e substâncias da medicina tradicional chinesa (MTC), sempre apresenta potentes bioatividades após administração oral. No entanto, seu sabor desagradável (como amargor) e/ou odor geralmente diminuem a adesão do paciente e, assim, comprometem suas eficácias curativas na aplicação clínica. Portanto, os desenvolvimentos de técnicas de máscara de sabor são de grande importância para melhorar suas propriedades organolépticas. Contudo, embora uma variedade de técnicas de máscara de sabor tenha sido utilizada com sucesso para mascarar o sabor não palatável de medicamentos quimioterápicos, sua adequação para substâncias da MTC é relativamente limitada. Isso se deve principalmente ao fato de que os ingredientes amargos existentes em sistemas MTC multicomponentes (ou seja, frações eficazes, ervas chinesas únicas e preparações compostas) são sempre pouco claros, e assim, há falta de técnicas de máscara de sabor feitas sob medida para serem utilizadas para esconder seu sabor desagradável. Os estudos relevantes também são relativamente limitados. De maneira geral, três tipos de técnicas de máscara de sabor são aplicadas à MTC, incluindo (i) máscara funcional via adoçantes, bloqueadores de amargor e modificadores de sabor; (ii) máscara física via revestimento de filme polimérico ou sistemas de barreira lipídica; e (iii) máscara bioquímica via interação intermolecular, inclusão de β-ciclodextrina ou resinas de troca iônica. Esta revisão resume completamente os resultados relatados neste campo com o propósito de fornecer uma referência informativa para leitores relevantes.
Zheng et al. (Qua,) estudaram esta questão.