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Apesar do notável progresso de desempenho, preocupações ambientais permanecem para células solares de perovskita de haleto de chumbo (PSCs) devido à possível dissolução em água dos íons de chumbo (Pb2+) no ambiente. Neste estudo, conseguimos mitigar o vazamento de Pb das PSCs, pela primeira vez, implantando redes polimerizadas in situ nas perovskitas. Transformamos estrategicamente os aditivos monoméricos dormentes em redes poliméricas quelantes dentro das camadas de perovskita, que não apenas passivam os defeitos da perovskita, mas também protegem o Pb2+ da dissolução em água. Os híbridos de perovskita–polímero resultantes possibilitaram eficácias de conversão de energia (PCEs) de última geração para PSCs invertidas (PCE de 22,1%) e módulos de grande área (PCE de 15,7%). Mais importante ainda, uma taxa de rejeição de até 94% da dissolução de Pb2+ é alcançada ao imergir diretamente os dispositivos não encapsulados em água, o que simula razoavelmente a exposição dos painéis quebrados e desprotegidos à chuva torrencial por 24 h.
Niu et al. (Ter,) estudaram essa questão.