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Neste artigo, argumento que, para desafiar a marginalização de lésbicas, gays e outros dissidentes sexuais dentro da disciplina, precisamos prestar mais atenção a como a geografia tem sido estudada. Considero como diferentes abordagens teóricas sobre o tema têm tratado a dissidência sexual. Enquanto o positivismo tem sido particularmente culpado de ignorar os interesses de lésbicas e gays, a nova geografia cultural e a geografia feminista, embora possibilitem uma quantidade limitada de trabalhos sobre a geografia de lésbicas e gays, podem também reproduzir o heterosexismo. Isso levanta a questão de quais estruturas metodológicas e epistemológicas funcionam melhor na promoção dos interesses dos dissidentes sexuais dentro da disciplina, e da academia de forma mais geral. Por último, considero os componentes materiais da identidade dissidente sexual e como estes impactam na produção do conhecimento geográfico.
Jon Binnie (1997) estudou essa questão.
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