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O neuromodulador dopamina (DA) possui múltiplos modos de ação na indução e modulação da neuroplasticidade, dependendo da especificidade de subreceptores, nível de concentração e tipo de plasticidade induzida por estimulação. Para determinar os efeitos dependentes da dosagem da ativação dos receptores do tipo D(2) na neuroplasticidade não focal e focal no córtex motor humano, diferentes doses de ropinirole (0,125, 0,25, 0,5 e 1,0 mg), um agonista de dopamina D(2)/D(3), ou medicação placebo foram combinadas com protocolos de estimulação transcraniana por corrente direta anodal e catodal (tDCS), que induzem plasticidade não focal, ou estimulação associativa pareada (PAS, ISI de 10 ou 25 ms), que gera plasticidade focal, em voluntários saudáveis. A ativação dos receptores do tipo D(2) produziu uma curva de dose-resposta em forma de "U" invertida sobre a plasticidade para tDCS facilitadora e PAS e para tDCS inibitória. Aqui, doses altas ou baixas de ropinirole prejudicaram a plasticidade. No entanto, nenhum efeito de resposta dependente da dose da ativação dos receptores do tipo D(2) foi evidente para a plasticidade inibitória focal. Em geral, nosso estudo apoia a suposição de que a modulação da atividade dos receptores do tipo D(2) exerce efeitos inibitórios ou facilitadores dependentes da dose na neuroplasticidade do córtex motor humano, dependendo da especificidade topográfica da plasticidade.
Monte‐Silva et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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