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Dispositivos de pele artificial são capazes de imitar a flexibilidade e as habilidades de percepção sensorial da pele. Eles, portanto, têm atraído atenção no campo biomédico como potenciais substitutos cutâneos. Esta Revisão aprofunda-se em questões relacionadas a esses dispositivos superficiais. Primeiro, elabora os papéis que esses dispositivos devem cumprir como substitutos cutâneos e identifica estratégias usadas para alcançar tal funcionalidade. Em seguida, é feita uma comparação entre o estado atual desses dispositivos superficiais e o da pele natural. Finalmente, é apresentada uma perspectiva sobre os dispositivos de pele artificial, que discute como tecnologias complementares podem criar aprimoramentos cutâneos e quais desafios esses dispositivos enfrentam.
Low et al. (Mon,) estudaram esta questão.