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Trezentos e quatorze amostras de fezes coletadas de crianças < 5 anos entre dezembro de 1993 e agosto de 1995 foram analisadas por PAGE, ELISA, PCR e técnica de hibridação Dot-blot para a distribuição de eletrotipos e serotipos da infecção por rotavírus entre pacientes pediátricos nigerianos. 14,3% das crianças testaram positivo para antígeno de rotavírus. Crianças com idades entre 6-9 meses foram mais frequentemente infectadas, representando 35,6% de todas as amostras positivas; 91,1% das amostras positivas para rotavírus puderam ser serotipadas. Os serotipos G2, G4 e G8 não foram detectados. O serotipo G3 predominou (62,5%) no sul da Nigéria, enquanto a especificidade de infecção mista foi mais disseminada (63,6%) no norte da Nigéria. A presença de algumas amostras indescritíveis pode indicar serotipos que os primers específicos para serotipo e sondas de cDNA utilizadas não conseguiram detectar. Os eletrotipos de 26 (57,7%) das amostras positivas foram determinados. Dois e 3 padrões de migração foram observados entre os eletrotipos de padrão curto e longo, respectivamente. Implicações para o desenvolvimento e utilização de vacinas no país são discutidas.
Adah et al. (Ter,) estudaram esta questão.
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