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Este relatório é um estudo clínico de 23 pacientes submetidos a cirurgia cardíaca aberta e como alguns reagiram a isso. É evidente que esses pacientes reagiram à operação como apresentando não apenas uma ameaça simbólica, mas real à vida. A presença de ansiedade e o uso de negação pré-operatória são descritos. Dois casos de "psicose cardíaca" pós-operatória são relatados e sua relação com a "reação de catástrofe" e "delírio pós-cardiotomia" comentados. A unidade de terapia intensiva é vista como uma necessidade para salvar vidas na cirurgia cardíaca moderna, mas ao mesmo tempo frequentemente percebida pelo paciente como psicologicamente ameaçadora. Certas medidas psicológicas profiláticas são discutidas.
Harry S. Abram (Qua,) estudou essa questão.