Key points are not available for this paper at this time.
O conceito geral de gestão de stakeholders parece ser amplamente aceito, mas seu princípio central de “balancear” interesses foi abandonado de maneira proeminente durante a década de 1990, à medida que as corporações favoreceram interesses financeiros em vez do tratamento equilibrado proposto pela teoria dos stakeholders. A lógica prevalecente dos negócios oferece pouco incentivo para agir de forma diferente. Gerentes e acadêmicos, em geral, pensam sobre os stakeholders em termos de moralidade, ética e responsabilidade social, em vez de valor econômico e vantagem competitiva. Este artigo apresenta uma teoria econômica da empresa e evidências de apoio que reconciliam o conflito entre rentabilidade e responsabilidade. Em vez de serem recipientes passivos de tratamento responsável, os stakeholders modernos trabalham com os gerentes para melhorar seus próprios benefícios enquanto também aumentam a rentabilidade corporativa. Assim, o papel criador de riqueza dos negócios surge diretamente da integração dos stakeholders em um todo produtivo – uma “comunidade corporativa.”
William E. Halal (Sat,) estudou essa questão.