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Durante a antidiurese, o aumento da permeabilidade osmótica à água induzida por vasopressina (AVP) no ducto coletor terminal da medula interna (tIMCD) eleva as concentrações de cálcio luminal a níveis (> ou = 5 mM) acima dos associados à formação de precipitados contendo cálcio na urina. As proteínas do receptor de cálcio/cátions poli (CaRs) permitem que as células na glândula paratireoide e no segmento espesso ascendente de Henle do rim sensam e respondam a alterações no cálcio sérico. Agora relatamos a presença de um CaR apical no tIMCD de rato que reduz especificamente a permeabilidade osmótica à água induzida por AVP quando o cálcio luminal aumenta. Os endossomos da membrana apical do tIMCD purificado contêm tanto o canal de água induzido por AVP, aquaporina 2, quanto um CaR. Além disso, os endossomos contendo aquaporina 2 também possuem proteínas G (GTP) reguladoras estimuladoras (G(alpha q)/G(alpha 11)) e inibidoras (G(alpha i1, 2 e 3)), que foram relatadas anteriormente como interagindo com CaRs, bem como duas isoformas específicas (delta e zeta) da proteína quinase C. A imunocitoquímica utilizando antisseo contra CaR revela a presença de proteína CaR tanto nos ductos coletores de rato quanto humanos. Juntas, essas informações apoiam um mecanismo único de sinalização da membrana apical do tIMCD que liga o cálcio e o metabolismo da água. Anormalidades nesse mecanismo podem potencialmente desempenhar um papel na patogênese da formação de pedras renais.
Sands et al. (1997) estudaram essa questão.
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