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Os acordos de agricultura contratada (AC) estão sendo reestruturados para fazer parte de estruturas de Negócios Inclusivos (NI) mais complexas. Instrumentos adicionais, juntamente com a AC, são implementados para superar os desafios da AC e se adaptar ao ambiente político em que os diferentes stakeholders operam. Este artigo desenvolve um quadro teórico que oferece uma visão sobre como essas entidades complexas são estruturadas e operam no contexto de um país em desenvolvimento. Esta análise teórica adota uma abordagem holística, utilizando elementos de teorias existentes para formar um novo paradigma crítico de pesquisa: (i) Teoria da Dependência de Recursos para incorporar o ambiente operacional mais amplo em que os dois casos operam, (ii) Economia de Custos de Transação para explicar a eficiência interna dos diferentes modelos, e (iii) Teoria da Agência para justificar os mecanismos de salvaguarda. Este novo quadro é então testado em duas NI complexas que visam integrar pequenos agricultores na cadeia de valor comercial, mas que implementaram configurações institucionais diferentes desenvolvidas em torno de arranjos de AC. Descobre-se que uma alta dependência do tomador de recursos no primeiro estudo de caso estimula um maior nível de compromisso e investimento por esse parte interessada no arranjo contratual. Por sua vez, isso aumenta o aspecto de especificidade dos ativos, o que então requer salvaguardas para garantir que os pequenos agricultores cumpram o acordo contratual. Uma maior dependência neste estudo específico também resultou em um maior número de pequenos agricultores sendo engajados no contrato, o que requer mecanismos para monitorá-los e coordená-los eficientemente.
Chamberlain et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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