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A prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) é uma prioridade baixa entre os serviços de clínicas de viagem, apesar das evidências crescentes de que os viajantes têm um risco aumentado de contrair tais infecções. Uma proporção de 5%-50% dos viajantes de curto prazo se envolve em relações sexuais casuais enquanto estão no exterior, e essa taxa é ainda maior entre os viajantes de longa duração. Poucas publicações estão disponíveis sobre intervenções preventivas de DST entre viajantes. A educação e o aconselhamento são reconhecidos como componentes-chave na redução de riscos. Novos esforços devem ser feitos em relação à identificação de ferramentas eficazes para promover comportamentos sexuais mais seguros e para reduzir a disseminação de infecções promovendo o uso de preservativos. Viajantes com maior risco devem ser identificados para intervenções direcionadas; pesquisa para validar marcadores propostos de risco aumentado é prospectivamente necessária. A infecção pelo vírus da hepatite B é a única DST que é prevenível por vacinação. A viabilidade e a relação custo-benefício da triagem de DST em viajantes após exposição é um campo virtualmente inexplorado, embora possa representar um componente importante das estratégias de controle de DST em países desenvolvidos.
Ericsson et al. (2001) estudaram essa questão.
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