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Há inconsistência na literatura sobre a relação entre idade e sintomas depressivos. Embora uma revisão cuidadosa mostre que parte dessa inconsistência pode ser reconciliada ao reconhecer a relação não linear (Newmann, 1989), 2 questões adicionais permanecem pouco claras. Uma é que a maioria dos estudos anteriores usou escalas de triagem para depressão que contêm itens somáticos que poderiam introduzir um viés de idade. A outra é que a maioria dos estudos anteriores combinou amostras de homens e mulheres, embora haja evidências de que a diferença de sexo nos sintomas depressivos varia com a idade. Essas 2 questões são abordadas neste artigo, utilizando dados analisados de 2 grandes pesquisas nacionais. Há uma associação não linear consistente, mas bastante modesta, entre idade, sintomas depressivos somáticos e não somáticos em ambas as pesquisas. Não há diferença de sexo significativa nas curvas etárias.
Kessler et al. (1992) estudaram esta questão.