Key points are not available for this paper at this time.
FUNDO: Vários parâmetros derivados do sinal eletroencefalográfico (EEG) multivariado foram utilizados para caracterizar os efeitos dos opioides no sistema nervoso central. Esses parâmetros foram formulados com base empírica. Um novo método estatístico, correlação canônica semilinear, foi utilizado para construir um novo parâmetro de EEG (uma certa combinação das potências no espectro de potência do EEG) que correlaciona-se maximamente com a concentração de alfentanil no local de efeito. Até o momento, este novo parâmetro canônico univariado (CUP) foi testado apenas em uma pequena amostra de indivíduos recebendo alfentanil. MÉTODOS: O CUP foi testado em dados de EEG de estudos anteriores sobre o efeito de cinco opioides: alfentanil (n = 5), fentanil (n = 15), sufentanil (n = 11), trefentanil (n = 5) e remifentanil (n = 8). Comparamos o CUP ao parâmetro de EEG comumente utilizado, a borda espectral, SE95%. A comparação foi baseada na razão sinal-ruído, obtida ao ajustar um modelo farmacodinâmico não linear a ambos os parâmetros. As estimativas do parâmetro farmacodinâmico obtidas usando ambas as medições também foram comparadas. RESULTADOS: Os valores da razão sinal-ruído foram significativamente maiores para o CUP do que para o SE95% ao considerar todos os opioides de uma vez. As estimativas farmacodinâmicas foram semelhantes entre os dois parâmetros de EEG e com resultados previamente publicados. Os coeficientes de correlação canônica semilinear estimados dentro de cada grupo de droga mostraram padrões semelhantes entre si e com os coeficientes do CUP, mas diferentes dos coeficientes para propofol e midazolam. CONCLUSÕES: Embora o CUP tenha sido originalmente projetado e testado usando alfentanil, provamos que é uma medida geral do efeito opioide no EEG.
Gambús et al. (1995) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: