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Às vezes, os clínicos assumem que cuidadores em grupos culturais considerados como tendo grandes redes sociais e forte apoio social precisam de pouca intervenção de profissionais de saúde. Este estudo longitudinal testa cinco hipóteses sobre as relações sociais de cuidadores mexicanos-americanos em comparação com cuidadores brancos não hispânicos e se mudanças negativas no apoio social afetam a saúde percebida. A amostra inclui 66 cuidadores mexicanos-americanos e 92 cuidadores brancos não hispânicos. Os resultados mostram que as redes sociais e o apoio social são semelhantes na linha de base e igualmente estáveis por 1 ano. Mudanças negativas no apoio social estão correlacionadas com percepções de saúde mais pobres. Os resultados destacam a importância de desenhar intervenções que sejam culturalmente competentes com base no que o cuidador está vivenciando, em vez de estereótipos culturais.
Phillips et al. (Qui,) estudaram esta questão.