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Este estudo utiliza a Pesquisa Nacional sobre Discriminação de Pessoas Trans para avaliar os resultados de emprego de pessoas trans não-binárias (aquelas que se identificam como um gênero diferente de homem ou mulher). Análises de regressão indicam que ser aberto como uma pessoa trans não-binária tem efeitos diferentes sobre pessoas trans não-binárias com base no sexo atribuído ao nascimento, com aquelas designadas como homens ao nascer tendendo a ser discriminadas na contratação, enquanto aquelas designadas como mulheres ao nascer são mais propensas a experimentar tratamento diferencial uma vez contratadas. Mulheres trans tendem a ter experiências de emprego piores do que pessoas trans não-binárias e homens trans, sendo que estes últimos tendem a ter resultados semelhantes.
Skylar Davidson (Qui,) estudou essa questão.