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CONTEXTO: A autoeficácia é um determinante importante da atividade física, mas não está claro como aumentar melhor a autoeficácia para atividade física e manter essas mudanças. OBJETIVO: Esta revisão sistemática teve como objetivo identificar quais técnicas específicas de mudança de comportamento (TMCs), grupos de TMCs e número de TMCs estavam associadas a mudanças na autoeficácia para atividade física pós-intervenção e mudanças mantidas em todas as populações adultas. MÉTODOS: Uma busca sistemática rendeu 180 ensaios randomizados (204 comparações) que relataram mudanças na autoeficácia. As TMCs foram codificadas usando a Taxonomia de TMC v1. A análise de cluster hierárquica explorou o agrupamento de TMCs. Meta-análises e análises de moderador examinaram se a presença e a ausência de TMCs individuais nas intervenções estavam associadas a mudanças no tamanho do efeito para autoeficácia. RESULTADOS: Pequenos efeitos de intervenção foram encontrados para a autoeficácia pós-intervenção para atividade física (d = 0,26; IC 95%: 0,21, 0,31; I2 = 75,8 por cento). "Informações sobre consequências sociais, ambientais e emocionais" estavam associadas a tamanhos de efeito maiores, enquanto "suporte social (prático)" estava associado a tamanhos de efeito menores. Efeitos pequenos e não significativos foram encontrados para mudanças mantidas na autoeficácia para atividade física (d = 0,08; IC: -0,05, 0,21; I2 = 83,8 por cento). A falta de agrupamento significativo de TMCs foi encontrada. Uma relação positiva significativa foi encontrada entre o número de TMCs e os tamanhos de efeito para mudanças mantidas na autoeficácia para atividade física. CONCLUSÕES: Não parece haver uma abordagem única eficaz para mudar a autoeficácia para atividade física em todos os adultos: abordagens diferentes são necessárias para populações diferentes. Intervenções com mais TMCs parecem ser mais eficazes na manutenção de mudanças na autoeficácia para atividade física.
Tang et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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