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O principal objetivo deste artigo é fornecer evidências empíricas sobre a significância de variáveis transnacionais (sociais) que podem ajudar a explicar as variações na quantidade de informações de divulgação voluntária de contabilidade ambiental e social (VESAD) fornecidas por organizações em relatórios anuais através de fronteiras nacionais. Utilizando análise de conteúdo (número de frases), 356 empresas listadas que operam em sete nações da Ásia-Pacífico (Austrália, Singapura, Hong Kong, Filipinas, Tailândia, Indonésia e Malásia) foram investigadas. Testes empíricos (análise de regressão múltipla) realizados encontraram que duas dimensões culturais (evitação da incerteza e masculinidade) e sistemas políticos e civis são determinantes significativos da quantidade de informações de VESAD fornecidas por empresas listadas nesses países. Em contraste, o sistema jurídico e o mercado de capitais não parecem ser fatores importantes na explicação das variações nos níveis de VESAD nesses países. Em conclusão, argumenta-se que o sistema socioeconômico e político de uma nação interage para moldar as percepções das organizações quanto à necessidade de liberar VESAD que atendam às expectativas sociais, bem como para evitar a regulação governamental e preservar seus próprios interesses.
Um estudo de 1999 investigou esta questão.
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