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Uma análise comparativa da arteriografia coronária e das gravações de ECG de esforço de 33 pacientes com doença cardíaca isquêmica é apresentada. Foi encontrada uma regressão linear entre o aumento da frequência cardíaca (FC) e o aumento do produto da pressão arterial sistólica e da frequência cardíaca (PAS X FC) e o nível de depressão do segmento ST que se desenvolve durante o exercício. Uma correlação significativa foi estabelecida entre a inclinação da linha de regressão (ou seja, o coeficiente 'm' de y = mx + b) que expressa a taxa de mudança da depressão do segmento ST e o grau de doença arterial coronariana confirmado pela arteriografia. O valor médio dos coeficientes 'm' diferiu significativamente de acordo com o número de vasos acometidos (P menor que 0,01-0,001). A relação entre a depressão máxima do ST e a FC máxima (STmax/HRmax) medida no final do exercício indicou de forma confiável a gravidade da doença arterial coronariana e é sugerida para a prática diária.
Berényi et al. (1984) estudaram esta questão.
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