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Um estudo retrospectivo de 211 pacientes com carcinoma hepatocelular (CHC) comprovado foi realizado. Os sintomas mais comuns foram anorexia e mal-estar (73%). Cinco pacientes (2,5%) apresentaram testes bioquímicos quase normais, apesar da presença de tumores maciços. O rendimento diagnóstico da angiografia, biópsia percutânea peritoneoscópica ou cintilografia foi de 87-98%. Três por cento dos pacientes tinham tumores ressecáveis. A sobrevida mediana para pacientes com doença não tratada foi de 3,5 semanas. Além da histologia, o nível total de bilirrubina sérica foi o único fator de valor prognóstico. Apenas 12 pacientes tinham cirrose sintomática preexistente. Quando comparados com 80 pacientes com cirrose pós-necrótica sintomática sem malignidade, os pacientes com CHC apresentaram maior razão SGOT:SGPT, Níveis mais altos de albumina sérica e contagens de plaquetas mais elevadas. Houve apenas uma sobreposição mínima de pacientes com cirrose pós-necrótica sintomática e aqueles com CHC. Os autores concluem que seus pacientes com CHC procuraram tratamento tardiamente. Uma diferença provável na evolução da cirrose pós-necrótica sintomática e do CHC com cirrose pós-necrótica assintomática é sugerida.
Lai et al. (1981) estudaram essa questão.