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A microscopia de campo escuro de fibras nervosas mielinizadas vivas das raízes espinhais de Xenopus laevis revelou muitas organelas esféricas se movendo no axoplasma das fibras das raízes ventrais e em fibras logo distais ao gânglio da raiz dorsal. Organela semelhantes estavam presentes, mas poucas foram vistas se movendo ao longo das fibras das raízes dorsais centrais ao gânglio. Esta observação levou a um estudo ultraestrutural das densidades de microtúbulos e neurofilamentos nas fibras mielinizadas das raízes espinhais. A densidade de microtúbulos era significativamente menor nas fibras da parte central das raízes dorsais do que no restante do sistema de raízes espinhais. As densidades de neurofilamentos eram equivalentes em todas as partes das raízes. Microtúbulos mostraram uma associação significativa com mitocôndrias nas raízes ventrais e nas raízes dorsais distais ao gânglio, mas nenhuma associação significativa foi obtida para as raízes dorsais centrais ao gânglio. O significado desses resultados no transporte axoplasmático de grandes organelas é discutido.
Richard S. Smith (1973) estudou essa questão.