PulseExploreJournal ClubDebatesTrendingResearchersJournals
Instagram
HomeExploreJournal ClubTrending
Synapse
⌘+K
Synapse
February 9, 2026SHILAP Revista de lepidopterología0 citationsOpen Access

Passive constructions in Mandarin Chinese and European Portuguese a contrastive descriptive perspective

View Full Paper
MHMinsi Hu

Key Points

  • The study examines structural, semantic, and aspectual properties of passive constructions in Mandarin Chinese and European Portuguese.
  • Comparative linguistic analysis of passive forms in Mandarin Chinese and European Portuguese.
  • Examination of the roles of agent and patient in both languages.
  • Analysis of aspectual properties and their implications on passive structures.
  • Mandarin Chinese exhibits marked and unmarked passives depending on semantic roles.
  • In European Portuguese, passive constructions alternate only between long and short forms, lacking the flexibility seen in Mandarin.
  • Mandarin passives are governed lexically, while Portuguese passives depend on rich morphological inflection.

Abstract

A presente investigação centra-se nas propriedades estruturais, semânticas e aspectuais da passiva em Chinês Mandarim (CM) e Português Europeu (PE), revelando divergências sistemáticas entre os dois sistemas linguísticos. As passivas do CM podem ser marcadas por bei ou permanecer não marcadas, dependendo da tendência semântica e do papel semântico entre paciente e agente. Enquanto a omissão do agente preserva a construção passiva com bei, a eliminação simultânea do agente e de bei resulta numa passiva não marcada com propriedades distintas. A omissão do agente em PE alterna apenas entre formas longas e curtas de uma estrutura unificada. Aspectualmente, as passivas do CM exibem propriedades implícitas que requerem interpretação inferencial, demonstrando flexibilidade na combinação com partículas aspectuais: padrão ausente no PE. Este contraste reflete uma assimetria profunda: as passivas do CM são governadas a nível lexical, enquanto as do PE dependem da flexão morfológica. Estas divergências atribuem-se a diferenças tipológicas: a proeminência de tópico e minimalidade morfológica do CM versus a proeminência de sujeito e morfologia flexional rica do PE. Ao examinar como estas propriedades tipológicas restringem as construções passivas, o estudo contribui para compreender a interação entre sistemas morfológicos, mecanismos lexicais e realização da passiva em línguas tipologicamente distintas.

Ask AI
Helpful
Bookmark
Share
View Full Paper

Cite This Study

Minsi Hu (2026) studied this question.

synapsesocial.com/papers/69897983f0ec2af6756e72cbhttps://doi.org/10.21814/diacritica.6381
Ask AI
Helpful
Bookmark
Share
View Full Paper