Resumo: A cicatrização de feridas é um processo biológico complexo e dinâmico essencial para restaurar a integridade e a função da pele. Envolve quatro fases sobrepostas, mas distintas: hemostasia, inflamação, proliferação e remodelação. O mercado global de cuidados com feridas foi avaliado em 21,4 bilhões de dólares em 2022 e deve crescer para 28,6 bilhões de dólares até 2027, com uma taxa de crescimento anual de 6,1%. Feridas crônicas, que afetam aproximadamente 1-2% da população em países desenvolvidos, apresentam desafios significativos para a saúde, especialmente em pacientes diabéticos e idosos. A prevalência de úlceras de pé diabético (UPDs) é estimada em 6,3% globalmente, com um risco de vida de 15-25% em indivíduos diabéticos. Fatores chave que influenciam a cicatrização de feridas incluem infecção, oxigenação, idade e condições de saúde subjacentes. Avanços nos cuidados com feridas introduziram abordagens inovadoras, incluindo curativos baseados em nanotecnologia, terapia com células-tronco e substitutos de pele bioengenheirada. Esta revisão explora os mecanismos fisiológicos da cicatrização de feridas, o impacto de condições crônicas e os últimos avanços na gestão de feridas. Estratégias baseadas em evidências, incluindo o papel de curativos antimicrobianos, terapia de pressão negativa para feridas (TPNF) e medicina regenerativa, são discutidas para destacar direções futuras na otimização dos cuidados com feridas.
Basak et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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