A ciência da consciência é fragmentada, e investigações empíricas estão confinadas dentro da estrutura de cada teoria da consciência (TOC). As TOCs proliferantes acumulam anomalias sem progresso, operando de forma ortogonal. O princípio da recorrência – funcional e arquitetônica – oferece uma estrutura unificadora e mecanicista para que a consciência surja. Mostramos que todas as teorias invocam tacitamente ciclos de feedback e podem ser reexpressas ao longo de um único eixo de recorrência. Quatro níveis aninhados, a saber, celular, inter-áreas locais, global e lateral, mapeiam estado, conteúdo fenomenal, acesso manipulativo e similaridade experiencial, respectivamente, conectando assim a anatomia evoluída ao fenômeno. O impasse tradicional entre fenômeno versus acesso se dissolve em uma cascata graduada onde a recorrência mais profunda expande o conjunto de variáveis reportáveis que impulsionam o comportamento. A recorrência é favorecida evolutivamente e ontologicamente, refutando objeções de feed-forward, “desdobramento”, enquanto ciclos cérebro-corpo fundamentam a identidade e completam os ciclos de ação com o ambiente. Além disso, clinicamente, o direcionamento de caminhos recorrentes promete novos biomarcadores e alívio em distúrbios da consciência (DoCs). O campo exige urgentemente essa unificação conceitual que é biologicamente plausível, mecanicista e empiricamente testável.
Zheng et al. (Ter,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: