O conceito de identidade cultural abrange um senso de pertencimento a um grupo humano com traços culturais, como costumes, valores, tradições e crenças compartilhadas mutuamente. A identidade não é um conceito verdadeiramente fixo; é analítica, ambígua e repleta de significados contraditórios. De acordo com Cooper e Brubaker (2000), o conceito é fluido e constantemente renegociado, sendo recriado individual e coletivamente através de influências externas contínuas. A identidade está diretamente ligada à história e ao patrimônio cultural. Segundo estudos antropológicos, etnográficos e sociológicos, a identidade emerge em oposição e como uma reafirmação do outro. Embora o conceito de identidade transcenda fronteiras (como no caso de migrantes ou refugiados), a origem desse conceito está frequentemente ligada a um território. Em um sentido antropológico, território é considerado um “ambiente vivo, de ação e de pensamento de uma comunidade, associado a processos de construção de identidade” (Tizon, 1995). De uma perspectiva metodológica, o estudo empregou uma abordagem quantitativa, envolvendo engajamento direto com residentes do município e do condado de Galați. O objetivo foi avaliar suas percepções sobre a vida cultural, o desenvolvimento do setor de hospitalidade nos níveis local e regional, e os benefícios antecipados de reposicionar a área como um destino de interesse turístico nacional e internacional. Isso seria alcançado através da valorização dos recursos de turismo cultural—particularmente o patrimônio etnográfico e folclórico—contribuindo assim para o fortalecimento da identidade cultural da região.
Phillippe George (Quarta-feira,) estudou essa questão.