A jurisprudência islâmica baseia-se em certos métodos para provar o crime de adultério que não deixam margem para dúvida sobre a comissão desse crime, como a confissão e a admissão do crime, e o testemunho de quatro testemunhas justas. Surgiram alguns métodos modernos em nossa época, como fotografia, gravação em vídeo e impressão digital de DNA, através de programas de chat e semelhantes. Isso exige uma reavaliação dos meios de prova deste crime e a possibilidade de confiar em métodos contemporâneos para prová-lo. A pesquisa chegou a várias conclusões, a mais importante das quais é que a lei islâmica estabelece condições precisas que são difíceis de atender ou que existem para provar o adultério. Os juristas concordaram que o adultério é provado por uma de duas coisas: confissão e admissão, e evidência. Eles divergiram quanto à prova por evidências circunstanciais. Nenhum desses métodos modernos é considerado um meio de prova do crime de adultério, porque cada um deles está sujeito a possibilidades. Na verdade, esses métodos são considerados evidências aceitáveis, mas não podem ser confiáveis a menos que contenham elementos de proteção contra falsificação, imitação e adulteração.
Ahmad Abdulrahman Al Sheehah (Mon,) estudou esta questão.
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