Resumo Este ensaio demonstra como uma perspectiva informada pelo gênero e mais-do-que-humano pode fornecer novas maneiras de analisar como o papel de uma rainha na gestão florestal foi concebido por homens profissionais do século XVI. Explora essas ideias conforme apresentadas em uma obra publicada por Guillaume Martin, Tenente Geral das florestas e águas do Ducado de Orleans, em 1582, dedicada a Catherine de’ Medici, Rainha da França e mãe do rei, Henrique III. Este texto unusualmente uniu aspectos intelectuais, literários, legais e práticos que circulavam no discurso florestal da França do século XVI e os misturou com a presença de uma rainha que também era uma grande proprietária de terras na floresta de Orleans, a maior floresta da França. O ensaio argumenta que essa combinação discursiva fez da floresta, e desta obra, um local fértil para explorar as possibilidades e limites tanto da gestão florestal real quanto da de Catherine em particular, e em que noções de produção de conhecimento, mensurabilidade e sustentabilidade distintas de gênero coexistem com corporeidade, afetividade e intimidade, como elementos importantes do ecossistema que a obra criou.
Susan Broomhall (Sun,) estudou esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: