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O vandalismo é um fenômeno generalizado que causa danos materiais e contribui para a degradação do ambiente urbano, o que requer a introdução de medidas preventivas eficazes baseadas na compreensão da gênese e fenomenologia do vandalismo. Uma das teorias básicas utilizadas na prevenção do vandalismo é a teoria das janelas quebradas. A teoria das janelas quebradas sugere que a propagação das transformações vandálicas é causada por danos iniciais ao ambiente urbano, que sinalizam o potencial para violações de normas, controle social fraco e sanções insuficientes para tais violações. Sinais menores de tolerância à desvios no ambiente urbano (grafites, lixo, etc.) podem contribuir para a propagação de comportamentos delinquentes sérios. Como resultado, a teoria das janelas quebradas tem sido central na política de tolerância zero. Existem críticas válidas à teoria, relacionadas tanto à sua base de evidências fraca quanto à sua falha em considerar as complexas relações causais na operação das normas sociais. Em relação ao vandalismo, as limitações da teoria das janelas quebradas estão relacionadas à diversidade de formas de atividade vandalística, cada uma regulada por normas sociais separadas, à falta de desejo de anonimato ou de evitar sanções em alguns vândalos, à natureza tática do vandalismo e à sua estreita conexão com as fundações culturais da comunidade.
Olga V. Kruzhkova (Sex,) estudou essa questão.