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Introdução: A prevenção do diabetes requer mudanças sustentadas no estilo de vida, bem como a identificação de grupos em maior risco. Objetivo: O objetivo desta pesquisa foi estimar o risco de diabetes em sujeitos vulneráveis de um centro de atenção primária no norte da Argentina, sem anormalidades glicêmicas conhecidas, utilizando o questionário FINDRISC, investigar a relação entre variáveis da pesquisa e a pontuação final e explorar sua associação com fatores de risco metabólicos e composição corporal. Metodologia: Este desenho transversal incluiu 498 pacientes sem diabetes tipo 2 ou anormalidades glicêmicas conhecidas. Todos os sujeitos passaram por uma história médica completa e completaram o questionário FINDRISC. Resultados: O grupo etário predominante foi de 18 a 45 anos. Cerca de 64% eram fisicamente ativos e 44% relataram consumo diário de frutas e vegetais. A maioria deles tinha um IMC superior a 25 kg/m2. Em relação ao risco de desenvolver diabetes tipo 2 nos próximos 10 anos, 24,3% estavam em baixo risco e a fração restante estava distribuída entre risco levemente elevado, moderado, alto e muito alto. Todas as variáveis influenciaram a variância dos indivíduos (p < 0,05), incluindo idade > 65 anos, glicemia de jejum, IMC ≥ 30 kg/m2 e uso de anti-hipertensivos. CONCLUSÃO: Encontramos uma alta porcentagem de obesidade e sobrepeso, bem como um alto risco de doenças cardiometabólicas e de desenvolver T2D. Além disso, na população estudada, as variáveis que compõem o FINDRISC não influenciaram a maior pontuação da mesma forma.
Áleman et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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