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Nos últimos 30 anos, a precisão com que a endodontia é realizada melhorou como resultado dos avanços nas tecnologias. Os endodontistas lidam regularmente com casos intricados, o que parece exigir maior acuidade visual. A invenção do microscópio operatório dentário foi a revolução mais significativa. No entanto, devido a uma variedade de variáveis comportamentais, o uso de ampliação ainda não foi adotado na prática geral. A presente série de casos tem como objetivo fornecer uma visão sobre o uso de microscópios operatórios dentários em diferentes níveis (rotineiro a complexo) no campo da endodontia e busca incentivar o uso da ampliação na prática diária. O primeiro nível mostra o tratamento endodôntico não cirúrgico do molar mandibular com um canal curvo. No segundo caso, o instrumento separado foi recuperado não cirurgicamente usando ultrassom, enquanto no terceiro caso, a intervenção cirúrgica (autotransplante) foi necessária para a remoção do instrumento fraturado. O microscópio oferece inúmeras vantagens, incluindo melhor iluminação, ampliação e visão do campo de operação. Alta ampliação ajuda no acesso conservador, bem como na identificação de istmos, na interpretação da complexidade da arquitetura do canal radicular, na remoção de instrumentos fraturados, na minimização do estresse nos tecidos moles e duros, e na detecção de fraturas e microfraturas. Se incorporado à prática diária, este dispositivo de ampliação aumentará drasticamente a taxa de sucesso dos procedimentos.
Mrinalini et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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