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A evolução da pesquisa teórica sobre salas de aula invertidas deu início à era 2.0, na qual a iteração inaugural, focada de forma restrita na inversão de processos, se revelou inadequada para promover uma interação aprimorada dentro das salas de aula invertidas. Essa deficiência decorre da falta de atenção à criação de um ambiente colaborativo eficaz, que emergiu como um bloqueio crucial impedindo o desenvolvimento sustentável do conceito de sala de aula invertida. Para enfrentar esse desafio, este artigo defende a integração harmoniosa das salas de aula invertidas com comunidades de aprendizagem, ressaltando a essência da teoria da construção do conhecimento e a imperatividade de criar um ambiente colaborativo. Além disso, introduz o inovador modelo de sala de aula invertida + comunidade de aprendizagem “Pilar Tai Chi” e examina minuciosamente sua eficácia no contexto de cursos de alemão em faculdades através de uma lente de estudo de caso, analisando tanto o desempenho de aprendizagem dos alunos quanto o desenvolvimento da percepção. Uma análise comparativa com o modelo de sala de aula invertida autônomo revela que o modelo proposto aumenta o desempenho acadêmico de 72,6% dos alunos e aprimora significativamente o desenvolvimento da percepção para 72% dos aprendizes, embora com sucesso limitado entre os alunos com desempenho abaixo da média. Isso ressalta as forças do modelo, ao mesmo tempo que destaca a necessidade de pesquisa e melhoria contínuas. Este estudo serve como ponto de referência para pesquisas sustentáveis sobre a Sala de Aula Invertida 2.0 e aponta para direções futuras para investigação.
Jie Wang (Qui,) estudou esta questão.