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Propomos um modelo de intermediação financeira baseado em monitoramento delegado, onde os retornos das empresas são informações privadas que os credores podem verificar por meio de verificação de estado custosa. Nosso modelo possui duas características principais: os credores não podem se comprometer com suas estratégias de verificação e existem choques agregados. Contratos de dívida simples são Pareto ótimos com ou sem intermediação. Mostramos que os benefícios da intermediação podem ser limitados pela instabilidade financeira na presença de choques agregados. No entanto, um mecanismo de resolução bem projetado garante a optimalidade Pareto da intermediação financeira, e uma política de resgate pode restaurar a estabilidade financeira.
Antic et al. (Mon,) estudaram essa questão.