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Contexto A diabetes gestacional (DG) afeta significativamente o ambiente metabólico fetal, elevando os riscos de hipoglicemia neonatal e macrossomia. A metabolômica oferece avenidas promissoras para a previsão e diagnóstico precoces da DG e de desfechos adversos associados aos recém-nascidos. Métodos Este estudo analisou amostras de soro de gestantes diagnosticadas com DG entre 24 a 28 semanas de gestação usando metabolômica não direcionada. Monitoramos os desfechos de saúde de seus filhos para explorar a correlação entre os perfis metabólicos iniciais do soro e os desfechos subsequentes, para descobrir os marcadores preditivos de hipoglicemia e macrossomia nesses filhos. Resultados Dos 200 participantes, 154 tiveram recém-nascidos normais, 33 tiveram filhos com hipoglicemia e 19 tiveram filhos com macrossomia. Dos 448 metabolitos identificados, 66 mostraram diferenças significativas em casos de hipoglicemia e 45 em macrossomia. Um painel de biomarcadores metabólicos no soro alcançou valores de Área Sob a Curva (AUC) de 0,8712 para prever hipoglicemia e 0,9434 para macrossomia. Conclusão O estudo delineou disrupções metabólicas na DG durante 24–28 semanas de gestação e identificou biomarcadores capazes de prever desfechos neonatais adversos. Essas descobertas podem informar estratégias de manejo da DG e minimizar a incidência de tais desfechos.
Yin et al. (Quarta-feira,) estudaram esta questão.
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