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Este artigo apresenta um diálogo entre Marek Tesar, Professor da Universidade de Auckland, e Yulida Pangastuti, pesquisadora e professora na Universitas Gadjah Mada, explorando a reconceptualização da educação infantil na Indonésia. A conversa aprofunda-se na integração de perspectivas indígenas, abordando crises globais por meio da educação, promovendo a igualdade de gênero e os fundamentos teóricos e críticas das ideias que moldam a educação infantil contemporânea. A discussão enfatiza a importância de incorporar sabedoria e valores locais nas práticas educacionais, promovendo a responsabilidade ambiental e a resiliência, e desafiando papéis de gênero tradicionais para criar ambientes de aprendizado mais inclusivos e equitativos. Os insights teóricos das teorias pós-coloniais e feministas demonstram seu papel crítico na desconstrução dos legados coloniais e das estruturas patriarcais dentro da educação. O artigo visa contribuir para o diálogo contínuo sobre a criação de estruturas educacionais que respeitem e utilizem a diversidade, promovam a justiça social e empoderem todas as crianças. Baseando-se em diversas perspectivas teóricas e estratégias práticas, este diálogo oferece uma abordagem abrangente para repensar a educação infantil de maneiras que honrem a relevância cultural, a sustentabilidade e a equidade.
Tesař et al. (Mon,) estudaram esta questão.