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Na situação atual marcada por uma necessária transição ecosocial, as novas agendas urbanas têm adquirido um papel de destaque, estabelecendo estratégias para a transformação das cidades com base nos princípios da sustentabilidade, onde a abordagem cultural assume um papel relevante. O objetivo deste artigo é analisar as agendas de referência elaboradas em diferentes níveis de governo, sob a perspectiva do patrimônio e da cultura. Para isso, os documentos que compõem as agendas urbanas Internacional, Europeia, Espanhola e Andaluzia são analisados por meio de uma revisão bibliográfica, considerando o patrimônio e a cidadania como componentes-chave na configuração urbana. Como resultado da análise multinível, uma série de fatores-chave são identificados como um referencial para a implementação de novas agendas urbanas nas cidades a partir de uma abordagem de patrimônio e cidadania.
Torres et al. (Quarta,) estudaram esta questão.