Key points are not available for this paper at this time.
A imagem por ressonância magnética de difusão (dMRI) é uma técnica de imagem que fornece informações sobre a organização microestrutural do tecido biológico. A dMRI permite a visualização não invasiva e a avaliação quantitativa da arquitetura da substância branca no cérebro, caracterizando restrições no movimento aleatório das moléculas de água. Os scanners de MRI de ultra-alta potência, como aqueles que operam a 7 Tesla (7T) ou mais, podem aumentar a relação sinal-ruído (SNR) para melhorar a dMRI em comparação com o que é alcançável em potências de campo convencionais, como 3T ou 1.5T. No entanto, em 7T, os efeitos de comprimento de onda causam menor eficiência do campo magnético transmitido no cérebro humano, principalmente na região da fossa posterior, manifestando-se como quedas de sinal nessa região. Recentemente, relatamos uma abordagem simples de usar uma matriz de superfície de radiofrequência (RF) sem fio para melhorar a eficiência de transmissão e a sensibilidade do sinal a 7T. Aqui, demonstramos a viabilidade e a eficácia do uso deste aprimorador de RF para dMRI in-vivo a 7T. O uso do aprimorador de RF pode recuperar efetivamente quedas de sinal nas regiões com SNR intrinsicamente mais baixa, como o cerebelo, levando a uma melhor representação das orientações das fibras principais e uma visualização aprimorada de feixes estendidos até o tronco encefálico e a ponte, permitindo uma delineação mais abrangente da arquitetura completa da substância branca.
Subramaniam et al. (Qua,) estudaram esta questão.