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Resumo Críticos afirmam que ações coletivas de valores mobiliários são economicamente onerosas e geram recuperações mínimas, enquanto os defensores alegam que elas inibem comportamentos errôneos. Examinamos eventos-chave no recente caso da Goldman Sachs na Suprema Corte para testar o efeito líquido do risco de litígios relacionados a valores mobiliários no valor dos acionistas. Descobrimos que os investidores veem ações coletivas de valores mobiliários como aumentadoras de valor. No entanto, a força desse efeito varia com base na supervisão externa. Os investidores consideram ações coletivas de valores mobiliários mais aumentadoras de valor quando a propriedade institucional é baixa. Também usamos esse cenário para examinar o efeito do risco de litígios sobre a divulgação obrigatória, uma vez que o caso da Goldman Sachs foca nas propriedades de divulgação obrigatória. Usando um design de diferença-em-diferenças, descobrimos que as divulgações dos fatores de risco da empresa se tornam mais curtas e menos semelhantes aos pares da indústria, além de conterem mais termos incertos e fracos. No geral, nossos resultados mostram efeitos nuançados do risco de litígios relacionados a valores mobiliários no valor dos acionistas e na divulgação da empresa.
Donelson et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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