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Contexto: Este estudo teve como objetivo utilizar tomografia computadorizada de alta resolução (TCAR) e o sistema de classificação CO-RADS para diagnosticar pacientes com COVID-19 e determinar a gravidade. Metodologia: Um estudo retrospectivo analisou dados de 280 pacientes no Hospital Aziz Bhatti Shaheed em Gujrat entre janeiro e agosto de 2021. O consentimento informado e a aprovação ética foram obtidos. A coleta de dados utilizou um tomógrafo CT multi-detector de 64 cortes, incluindo pacientes com resultados positivos e negativos para a reação em cadeia da polimerase (PCR) de COVID-19. Os dados foram analisados usando a versão 23 do SPSS. Resultados: O estudo incluiu mais homens (170, 60,7%) do que mulheres (110, 39,3%), com o grupo etário mais afetado sendo de 45 a 64 anos. Os achados da TCAR mostraram opacidades em vidro fosco em 212 casos (35,6%), consolidações em 158 casos (26,5%), sinal de pavimentação louca em 54 casos (9,1%), lesões pulmonares em 54 casos (9,1%), doença pulmonar intersticial em 42 casos (7,0%), infiltrados pulmonares em 32 casos (5,4%), atelectasia em 26 casos (4,4%) e fibrose pulmonar em 18 casos (3,0%). Os resultados da classificação CO-RADS foram: CO-RADS 1 (5, 1,8%), CO-RADS 2 (11, 3,9%), CO-RADS 3 (101, 36,1%), CO-RADS 4 (68, 24,3%), CO-RADS 5 (56, 20%) e CO-RADS 6 (39, 13,9%). Os resultados da PCR foram positivos apenas em casos graves (a partir do CO-RADS 2), enquanto a TCAR detectou achados pulmonares mesmo em casos menos graves (a partir do CO-RADS 1). Conclusão: A tomografia computadorizada de alta resolução identifica de forma precisa e rápida infecções por COVID-19, mesmo quando os achados da PCR são negativos. A técnica CO-RADS determina efetivamente a gravidade e a disseminação da COVID-19. O CO-RADS 3 foi a categoria mais frequentemente relatada, com achados típicos incluindo opacidades em vidro fosco periféricas e consolidações pleurais bilaterais.
Mehar et al. (Fri,) estudaram esta questão.