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As plantas são desafiadas por diferentes patógenos microbianos que afetam seu crescimento e produtividade. No entanto, para defender-se do ataque de patógenos, as plantas utilizam diversas respostas imunológicas, como imunidade desencadeada por padrões (PTI), imunidade desencadeada por efetores (ETI), silenciamento de RNA e autofagia, que são complexas e reguladas por diversas cascatas de sinalização. Os receptores de reconhecimento de padrões (PRRs) e os receptores ricos em repetições de leucina ligantes a nucleotídeos (NLR) são as marcas da imunidade inata das plantas porque podem detectar sinais imunogênicos relacionados a patógenos e desencadear uma série de cascatas de sinalização imunológica em diferentes compartimentos celulares. Nas plantas, os PRRs são, na maioria das vezes, quinases similares a receptores (RLKs) e proteínas similares a receptores (RLPs) que funcionam como uma primeira camada de defesa induzível. Neste artigo, fornecemos uma atualização sobre como as plantas detectam patógenos, padrões moleculares associados a microrganismos (PAMPs ou MAMPs) e efetores como sinais de perigo e ativam diferentes respostas imunológicas como PTI e ETI. Além disso, discutimos o papel do silenciamento de RNA, autofagia e resistência adquirida sistêmica como uma resposta versátil de defesa do hospedeiro contra patógenos. Também discutimos eventos iniciais de sinalização bioquímica, como cálcio (Ca2+), espécies reativas de oxigênio (ROS) e hormônios que disparam a ativação de diferentes respostas imunológicas das plantas. Esta revisão também destaca o impacto de fatores ambientais impulsionados pelo clima nas interações hospedeiro-patógeno.
Ali et al. (2024) estudaram esta questão.
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